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RACISMO GERA MULTA DE 12 US$.







Tinga em foto de arquivo Joao Godinho / Agência O Globo
E o jogo apenas começou.
RIO - A segunda-feira foi um dia de punições brandas para os recentes epidósios de racismo no futebol sul-americano. A Conmebol anunciou que o Real Garcilaso foi multado em US$ 12 mil pelos gritos racistas de seus torcedores ao meia Tinga, do Cruzeiro, na partida entre os dois clubes pela Libertadores, em 12 de fevereiro, no Peru. Enquanto isso, o Tribunal de Justiça Desportiva-SP multou o Mogi Mirim por R$ 50 mil pelos gritos racistas ao volante Arouca, do Santos, em partida pelo Campeonato Paulista em 6 de março.
A Confederação Sul-Americana ameaça ainda a interdição do estádio do Real Garcilaso caso um novo episódio de racismo seja registrado.
Na ocasião, a torcida do Real Garcilaso fazia imitações de macacos em todo momento que Tinga tocava na bola. O clube peruano derrotou o Cruzeiro por 2 a 1 na partida.
- Punir ou não é algo que não vai mudar minha vida. Espero conscientização. Não quero é que seja tratado como algo normal - disse Tinga, sexta-feira, em entrevista ao GLOBO.

Dez dias atrás, em outro episódio de racismo, o Esportivo, de Bento Gonçalves (RS), foi punido com multa de R$ 30 mil e perda de mando de campo por cinco jogos por manifestações racistas de sua torcida contra o árbitro Márcio Chagas da Silva.
- A sociedade esperava uma punição mais forte - disse o árbitro, lamentando a pena branda.
Fonte: Globo.com

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